• Time expert com 2 advisors seniors e um banco parceiro com grande conhecimento na indústria de energia no Brasil
  • Acesso aos orgãos reguladores (Aneel, EPE)
  • Excelente relações com empresas chaves na indústria
  • Acesso com BNDES e outros bancos Chineses e Multilaterais
  • Aliança estratégica com fundos de investimentos em NY e Beijing
LAP CHAN
Lap é economista com BA em Economia pela Universidade Brown, EUA, e um Mestrado em Finanças e Economia pela Universidade de São Paulo. Um empresário bem sucedido, Lap fundou a Bio Assets em 2000, quando adquiriu suas terras na Ilha de Marajó (PA), totalizando aproximadamente 100.000,00 hectares, antiga área extração de madeira, composta por floresta amazônica quase intocada.

A missão da Bio Assets é valorizar a floresta em pé, explorando de forma sustentável as riquezas dela, tais como a energia, PFNMs, carbono, biodiversidade, enquanto realizando desenvolvimento sócio-econômico dos povos nativos da Amazônia. Um destaque do trabalho da Bio é o projeto Ecomapuá Amazon REDD, que foi pioneiro no Brasil na validação exitosa em 2013 da metodologia VM0015 da VCS para o desmatamento evitado.

Em paralelo, Lap fundou a ONG Instituto Amazônia Sustentável ONG em 2002 para realizar trabalhos de desenvolvimento econômico com as comunidades ribeirinhas tradicionais dos Rios Mapuá e Parauaú.

Como Executivo Sênior, o Lap tem viajado e morado quase a metade de sua vida em diversos lugares do mundo, como Hong Kong, Suécia, Inglaterra e Brasil. Ele é fluente em Inglês, Português, Espanhol e Cantonês.
VITO MANDILOVICH
Vito Mandilovich juntou-se ao time da Bioassets como Senior Executive Advisor em Outubro de 2011. Anteriormente ele foi Vice Presidente e COO da AES Brasil, responsável pelos ativos de geração incluindo usinas termo e hidrelétricas com mais de 3.000 MW de capacidade instalada e receitas anuais superiores a US$ 1,2 bilhão. Vito também foi responsável pela comercialização de energia no atacado das distribuidoras e geradoras do grupo no país, bem como pela empresa comercializadora de energia para clientes livres.

Antes da AES, Vito exerceu posiçães executivas no grupo EDP, incluindo a Diretoria Administrativa e Financeira de SPEs com investimentos superiores a US$ $700 milhões. Sua experiência no setor elétrico brasileiro remonta a 1978, tendo participado em projetos de geração térmica, hídrica e eólica, bem como em processos de M&A.

Ele possui experiência em Conselhos de Administração, tendo sido eleito membro de 4 Conselhos.

Vito é formado em Engenharia Civil e Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie no Brasil. Ele também possui MBA pela Business School Sao Paulo, em parceria com a Universidade de Toronto.

Ele é fluente em Português e Inglês, com bom entendimento de Espanhol.

Vito aprecia passar seu tempo livre em companhia de sua esposa e filha. Ele gosta de tocar instrumentos musicais, construir equipamentos eletrônicos e dirigir carros esportivos antigos, o que faz sempre que possível.

DAVID SWALLOW
David tem Mestrado em ecologia, evolução e conservação do Imperial College de Londres, e estudou antropologia e lingüística como graduação na Universidade de Edimburgo. Natural da Inglaterra e criado no Luxemburgo, ele chegou pela primeira vez no Brasil em 2008 para estudar o potencial do carbono florestal para criar renda para pequenos agricultores familiares no Mato Grosso. Gostou muito dos povos, do meio ambiente e da língua Brasileira e voltou para trabalhar em novembro de 2011. Desde então, David tem realizado os seguintes trabalhos no setor ambiental:

Co-autoria do Manual de Aplicação dos padrões SOCIALCARBON® para projetos florestais, escrevendo capítulos sobre: o que que é o REDD?; Indicadores para monitorar benefícios sociais de projetos de carbono florestal; E como evitar riscos sociais/ biológicos inerentes aos projetos florestais.

Como parte da Equipe Florestal Sustainable Carbon, co-desenvolveu a documentação técnica (VCS PD) para o para Projeto Ecomapuá Amazon REDD, acompanhando a verificação exitosa da mesma;

Realização de um projeto de carbono florestal através de reflorestamento ("ARR") no Tocantins, trabalhando tanto no plantio no campo e com as comunidades como com o desenvolvimento técnico do projeto;

Concepção e captação de recursos para um projeto de REDD regional, também conhecido como Jurisdicional e Nested REDD (JNR), projeto de pesquisa estadual no Tocantins, estudando a conservação de florestas nativas em fazendas.